quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Quatro Notas


Parece tão óbvio quando você não está e/ou nunca esteve num relacionamento sério e duradouro para julgar todas as ações e ter pronto na sua cabeça como será o seu e como você resolverá todo e qualquer problema que aparecer.
Mas quando você está passando por esse experiência, na maioria das vezes as ações e expectativas que você tinha e/ou esperava que tivesse vão todas por água abaixo.
Um namoro não é algo que você possa dizer se sim ou se não. Um namoro é um questão humana e sempre quando se trata de pessoas nunca uma só resposta caberá.
As pessoas, ultimamente, com o avanço da terapia e a normatização do divórcio na sociedade tem se tornado fácil ir atrás de uma coisa chamada felicidade conjugal, só que o que as pessoas esquecem de falar pra antes de desistir, pelo menos, tentar.
Antigamente os casamentos sempre chegavam a bodas de ouro a não ser que um dos parceiros morresse e eram raros os casos que os viúvos se casavam de novo, será que naquela época que a tecnologia da comunicação não era tão desenvolvida se tornava mais fácil encontrar a sua "alma gêmea" ?
A impressão que eu tenho que hoje as pessoas não tentam mais, quando algo dá minimamente errado e fora das expectativas, eles pulam fora. Mas quer saber de uma coisa? Eu não quero ser mais uma das pessoas, por isso eu prefiro tentar.

- a irrevogável insistente.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Querido diário virtual,

mais uma vez estou eu aqui acordada de madrugada com uma dúvida pairando a minha mente. Vou contar pra vocês o que tem acontecido e depois conto a minha dúvida.
A 8 meses, eu começei a namorar com o cara que provavelmente é o menino dos sonhos, tipo príncipe encantado, sabe? E ele é tudo que eu queria em um cara. É atencioso, romântico, dedicado, nas horas que eu preciso ele me aconselha e é bem viril, se é que vocês me entendem. Mas de um mês pra cá, eu tenho sentido que a coisa tem ficado muito carnal, que o sentimento tem ficado de lado, que eu tenho servido basicamente de companheira sexual. Eu tento não olhar dessa forma, já tentei conversar com ele sobre isso e a resposta é sempre a mesma, que ele não tinha a intenção.
Só que toda vez que eu peço pra ele parar, sinto que ele fica chateado comigo, mesmo que ele diga o contrário.

Terminar?
Sei que deixar a situação correr assim, não é legal e terminando eu vou poder cortar o problema pela raiz. Talvez separados, ele possa repensar a situação toda e ver no que estava errando. E se nós voltarmos, vai ser beeem diferente, visto que ele já terá notado o problema e prometerá não cometer o mesmo erro.

Continuar?
Minha família adora ele e eles também dizem que eu não vou encontrar um outro menino como ele que ature todas as minhas crises e todos os meus problemas. Concordo que o mercado tá compicado por aí e um partidão como ele não será fácil de encontrar. Talvez só conversar com ele, mostrando o que eu estou sentindo resolve o problema sem maiores sofrimentos.


Bem, enquanto não encontro a solução dos meus problemas, vou continuar fazendo a lista de prós e contras da minha relação, talvez assim eu resolva logo a minha vida.
Acho que nunca fui tão prática pra resolver um problema e pra postar aqui.

- Sofredora de amor.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Traga-me um café e um jornal.

Querido diário virtual (cansei de tentar pensar em algo melhor, vai ficar essa josta mesmo),
estava relendo as minhas postagens (sim, duas humildes postagens, algum problema?) e notei que sou uma negligente com esse endereço virtual. Notei também outra coisa importante que as pessoas já me falavam, mas eu não levava a sério. CARAMBA! Eu sou a drama queen em pessoa!
Com certeza o gênio que criou essa expressão estava pensando em mim. Shakespeare era amador ao ser colocado do meu lado, sem sarcarmo dessa vez.
Ok, mas dessa vez não estou trazendo nenhum problema, quer dizer, pelo menos nenhum problema sério. Só estou aparentemente sem sono e sem paciência pra programação noturna da televisão. Ainda mais agora que terminei de ler a women health e lá disse que só se pode ver duas horas de tv para não estragar o cérebro. Meu cérebro não está em condições de poder ser destruído, então vamos mantê-lo inteiro, ok?
AH CASSETADA! Lembrei porque raios vim parar por aqui a essa hora da noite, é claro que foi devido a minha insônia e também depois de ler a revista.
Acabei de notar que apesar de todos os testes da capricho, de todas as levantadas de auto-estima da minha mãe e de conselhos reconfortantes das minhas amigas, eu não sou uma menina diferente da massa.
Notei exatamente o contrário: eu sou igual a massa feminina! Sem tirar, nem por um pitaco que seja!
Sabe quando você tá lendo a parte de sexo aonde você está com toda a sua atenção focada nas informações pra poder usar todas? Então, eu estava exatamente assim (e sim, eu sei como você estava porque estou aqui falando que só exatamente igual a todas as mulheres do mundo), ai tem aquelas porcentagens loucas, seja por qual informação estão dando e eu simplesmente me enquadro em TODAS as porcentagens da maioria feminina.

-- Uma hora depois --

Então, pra encurtar por aqui que agora o sono tá batendo pesado (é impressionante, não importa com quanta energia eu esteja, é só mexer com esse troço de playlist que fico logo esgotada), não importa o que falem pra você que Deus fez só você desse jeito, que você é especial por ter um DNA diferenciado, que devido a cada digital do seu dedo ser diferente você é alguém único, tudo isso não importa porque no final se o que você produz um pouco de estrogênio e progesterona, acaba se tornando mais uma mulher regida incosciente pela massa.
Por hoje é só, porque minha cabeça agora está clamando pelo meu travesseiro.

- Só mais uma por ai.

terça-feira, 30 de março de 2010

Preciso de um ombro pra desabafar.

Querido diário virtual (vou manter esse começo ridículo só enquanto não penso em nada melhor),
Atualmente as coisas tem estado beeeeem complicadinhas e pelo o que eu estou notando não é só comigo, então pra eu não sobrecarregar ninguém com os meus problemas, prefiro soltar as minhas palavras aqui achando que alguém pode me ajudar, porque mesmo com ninguém lendo, já sinto o meu fardo menor pra carregar. Ah! Aliás, aqueles problemas com a Tiffany, lembram? Pura neurose minha, hoje em dia nós duas estamos namorando com garotos maravilhosos que por incrível que pareça são muito amigos e que nos amam muito. E posso falar que mesmo a Tiffany sendo tão maravilhosa quanto eu disse, descobri que estava num péssimo dia e que eu tenho valiosas qualidades que a Tiffany não tem e isso que nos torna tão amigas, porque as minhas qualidades a ajudam, assim como as delas me ajudam. É uma troca benéfica até demais, porque se não fóssemos assim talvez eu não a aturasse e vice-versa.
O que fazer quando você tem uma decisão enorme em suas mãos e que dependendo dessa decisão você pode construir ou destruir todo o seu futuro?
Vestibular e terceiro ano não são coisas fáceis, principalmente pra adolescentes que sem precisar de motivo algum já são confusos até demais, imagina com uma decisão dessas em mãos? Nem preciso comentar que estou quase enlouquecendo.
Esse é um dos problemas.
Outro é que sabe problemas de família? LÓGICO QUE VOCÊ SABE PORQUE DEVE TER TAMBÉM!
Então minha família além de estar toda em frangalhos, estamos tendo um grave crise financeira que atrapalha em milhares de coisas esse ano pra mim, não é só pra eu fazer compras porque isso não é tudo, mas atrapalha em comprar os livros que eu preciso ler pro vestibular das minhas matérias específicas, atrapalha caso eu precise de algo médico, atrapalha em poder comprar uma blusa de frio quando eu não tenho nenhuma e o inverno está vindo por aí.
Queria poder ficar em casa só estudando e me isolar totalmente do mundo pra que os problemas não me atinjam, mas é impossível.
Não se pode fugir dos seus problemas, de forma alguma porque não se tem escapatória pra eles.
Não adianta você ficar estudando, ou lendo,ou passando o dia inteiro no computador, ou bebendo, ou se drogando ou até mesmo sumindo porque mais cedo ou mais tarde, seus problemas chegam até você. Mesmo que seja tarde, uma hora eles chegam e talvez eles estejam maiores do que estavam no começo quando ainda se era fácil de controlá-los e resolvê-los.
Mas o que eu posso fazer nesse momento e me focar na minha escola e no meu estudo porque isso está dependendo de mim a todo instante. E quando eu estiver podendo largar um pouco dos livros vou me preparar pra resolver os meus problemas porque eu não os quero maiores.

- problemática geek.